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Depoimento de Ex-Alunos

Seguem depoimentos de alunos egressos do Bacharelado em Matemática Aplicada. Caso você seja ex-aluno convidamos você para mandar um depoimento para publicação aqui. Mande e-mail para aplicada@im.ufrj.br, de preferência com uma foto anexada.

  • Franklin Maia
    franklin Fiz Matemática Aplicada depois de começar e parar alguns cursos na área de humanas e artes. Vejo dois grandes benefícios em cursar Matematica:
    (a) Se aprende a pensar. Em poucos cursos isso é realmente cobrado, apesar de ser algo essencial tanto na carreira academica quanto empresarial.
    (b) O curso proporciana um amplo leque de matérias que você pode cursar. Eu, por exemplo, fiz materias no COPPEAD (Escola de Negócios da UFRJ) na economia e até na historia.

    Esses dois pontos, e outros menores, fazem uma grande diferença na vida e no mercado de trabalho, onde cada vez mais é necessario um profissional com múltiplas habilidades e vontade de aprender. Assim que me formei fui trabalhar no Nubank, uma startup de tecnologia, e posso falar que me sinto preparado para resolver todos os problemas que são postos para mim. Em varios deles eu não sei a resposta imediatamente mas a capacidade de conseguir procurar, aprender e entender o que precisa ser feito foi algo que a graduação em Matemática Aplicada foi muito importante na minha formação.

  • Penélope Melgarejo
    penelope Fiz os primeiros 3 anos e meio de graduação na MATAP e vim terminá-la na ENSTA - École Nationale Supérieure de Techniques Avancées, uma universidade francesa integrante do grupo Paristech.

    Terminei a ENSTA e obtive duplo diploma (ENSTA-UFRJ) de graduação. Estou terminando um Mestrado em pesquisa operacional. Graças aos cursos da Matemática Aplicada eu tenho a base necessária para seguir os cursos franceses de engenharia que são de um formalismo matemático muito maior do que no Brasil. Na UFRJ segui o curso de matemática aplicada com ênfase em computação cientifica, na ENSTA faço a especialização em otimização e pesquisa operacional.

  • Pedro Abrantes
    Pedro Abrantes Em 2009, no meu ano de vestibular, estava ainda muito indeciso sobre qual curso fazer. Sabia que queria algo na área de exatas, mas não sabia o que escolher. Na época os cursos mais escolhidos eram os cursos de Engenharia por conta do grande investimento que estava acontecendo na época pela descoberta do pré-sal e etc. Ao pesquisar sobre o curso na época ainda pelo Orkut e pelo google, vi que havia a possibilidade de fazer um curso que tinha matemática, computação e ainda tinha uma ênfase em finanças, algo que eu sempre tive interesse, além da flexibilidade do curso pelo número de eletivas. Quando saiu o resultado do vestibular da UFRJ, eu já estava cursando Engenharia de Petróleo na UFF, mas depois de assistir uma palestra sobre o curso no COPPEAD com ex-alunos e empresas que tinham ex-alunos do curso, não tive dúvidas do que queria e fiz a mudança.

    O curso me deu uma grande base de matemática, estatística, computação, e muito importante, é um curso que te incentiva a realizar pesquisas, receber bolsas, dar monitorias, e isso é muito importante tanto para o envolvimento com pesquisas, pessoas e com o mercado. Durante o curso fiz 2 iniciações científicas, dei 3 períodos de monitoria, participei por 2 anos do projeto Tábuas do LabMA/UFRJ, e cursei matérias do quadro de finanças do Full-Time MBA do Coppead (convênio do curso), onde descobri que gostava bastante da área de Risco.

    No meu último ano de graduação, comecei meu estágio na Ativa Investimentos na área de Risco, onde fiquei por 1 ano e meio. Depois fui para a área de Research, para trabalhar com operações de long and short quantitativas, e hoje sou responsável pela área Gerencial da empresa. Em 2016, entrei para o Mestrado profissional em macroeconomia e finanças da PUC.


  • Victor Perez
    victor perez Ingressei na Matemática Aplicada em 2005. Durante os anos 2005-2006, obtive parte significativa dos créditos referentes ao currículo, e participei de um projeto de iniciação científica em equacoes diferenciais parciais, sob a orientação do professor Felipe Acker.

    Em 2006 fui admitido no concurso seletivo para um duplo diploma com a Ècole Polytechnique dentro de um convênio da UFRJ. Nessa instituição, continuei minha graduação entre os anos de 2007-2009, me especializando em engenharia matemática de sistemas biológicos e financeiros, e obtendo o Mestrado em matemática financeira entre 2009-2010, sendo este em cohabilitação com a Université Paris 6, e sob a direção da professora Nicole El Karoui.

    Em 2011, iniciei o programa de doutorado da Université Paris 7 , com proposta de tese em análise numerica de sistemas de EDPs relacionadas à Teoria de Jogos em Campo Médio, sob orientação do professor Yves Achdou. Em 2013, interrompi o doutorado para aceitar oferta de posição no time de strategists do Equities Latam Desk do banco de investimentos Goldman Sachs , onde me encontro atualmente trabalhando no posto de 2nd year associate.

  • Cristina Pimenta de Mello Spineti
    cristina Comecei a trabalhar no Banco do Brasil no final do último período do curso. Gostaria de ter cursado o Mestrado em estatística na UFRJ, porém como trabalhava e tinha me interessado pela área de administração durante a graduação (cursei várias matérias no COPPEAD (Escola de Negócios da UFRJ) e estagiei 4 meses no NuPIn/COPPEAD) resolvi fazer o Mestrado Acadêmico em Administração de Empresas na PUC-Rio.

    Conclui o Mestrado no meio de 2011, focando minha dissertação no Setor Elétrico Brasileiro. No início de 2011, tive a oportunidade de começar a trabalhar em uma empresa do setor, Diferencial Energia, onde atuo nas áreas de middle e backoffice, e em projetos de P&D no setor elétrico. Atualmente, sou candidata ao Doutorado em Administração de Empresas da PUC-Rio.

    O Setor Elétrico Brasileiro é um ambiente em que a matemática, estatística e computação são amplamente utilizadas, pois existem diversos problemas de otimização e previsão a serem resolvidos, além do mercado livre de energia estar evoluindo cada vez mais na direção dos mercados financeiros.

  • Guilherme Sales
    guilherme Entrei na Graduação em Matemática Aplicada em 2011, vindo da Engenharia de Computação e Informação, pelo PEM (Programa Especial de Matematica). Em 2014 vim para a França fazer duplo-diploma com a ENSTA ParisTech, onde também pude fazer em paralelo o Mestrado em Modelagem e Simulação da Université Paris-Saclay Estagiei no INRIA, onde estudei algoritmos de Problemas Inversos e suas aplicações ao imageamento por ultrassom, sob orientação de Houssem Haddar.

    A graduação em Matematica Aplicada foi de grande importancia na minha formação. Primeiro, pela cultura de excelência acadêmica, tanto dos professores como dos alunos, e o ambiente propicio ao trabalho na ABC-116. Essa cultura de aprendizado, junto com a flexibilidade do curso, me permitiu e incentivou a fazer matérias na Fisica, na Estatistica e na Engenharia, onde pude ter uma base ampla além da matematica, essencial para quem quer aplicar a teoria no mundo real.

    Finalmente, o contato proximo com ex-alunos, alunos da pós e professores serviu a inspirar e dar direção amunha carreira. Esse contato é fundamental para que o aluno possa encontrar boas oportunidades de trabalho.


  • Rafael Leal
    rafael leal Me formei em Matemática Aplicada na Graduação e Mestrado. Estudei bastante matemática, como também computação científica, tendo o rigor da matemática e a aplicação em simulação de reservatórios de petróleo.

    Gosto de ver a matemática sendo aplicada em problemas dando uma solução mais eficaz, o que me fez escolher esse curso. Realmente pude ver isso acontecendo, hoje (2016) sou professor substituto do departamento de matemática e estou entrando no doutorado da COPPE-UFRJ em Engenharia Civil para estudar modelagem de fluidos em meios porosos, cuja aplicação imediata é em simulação de reservatórios de petróleo.


  • Eliane Martins
    eliane Fiz a graduação com ênfase em finanças e comecei a trabalhar quando estava no final do curso. Recentemente descobri-me muito interessada pela área computacional e agora estou cursando o Mestrado em Modelagem Matemática da Informação da EMAp/FGV.

  • Enio Hayashi
    enio Sou Mestre em Matemática Aplicada pelo IM-UFRJ. Estou fazendo o Doutorado em Engenharia Química na COPPE-UFRJ. Trabalho no grupo de Termofluidodinâmica em escoamentos multifásicos.

  • Rafael March
    rafael march Entrei em 2004 na segunda turma decidido a me especializar em computação científica. Após estagiar na TecGraf e no Cenpes/Petrobrás na área de tecnologia de elevação e escoamento, decidi seguir minha formação com o Mestrado em Engenharia de Computação de Alto Desempenho para Mecânica Computacional na COPPE-UFRJ. Trabalhei numa rede da Petrobras com diversas universidades na utilização de supercomputação em Engenharia de Petróleo.

    Após Mestrado, ingressei na ESSS (Engineering Simulation and Scientific Software) como desenvolvedor científico na área de Engenharia de Perfuração de Pocos. Tendo voltado ao CENPES, pude obter importante experiência de campo em Engenharia de Petróleo, o que me fez decidir por seguir meus estudos nessa area.

    Em 2013 terminei pós-graduacao lato sensu em Engenharia de Petróleo pela PUC-Rio, e em 2014 iniciei Doutorado em Engenharia de Petróleo na na Heriot-Watt University of Edinburgh, na Escócia, no grupo de Reservatorios Carbonaticos.

    Considero a flexibilidade em termos de currículo um dos grandes diferenciais que me permitiram moldar a minha formação de acordo com o interesse do mercado profissional. Minha formação em Matemática Aplicada me deu confiança para seguir meus estudos em Engenharia e é sempre muito bem vista pelos meus colegas de trabalho.


  • Amanda Sanches
    amanda-sanches Trabalho na Accenture na parte de suporte/testes/especificações do sistema Accenture Risk Control. Minhas atividades correspondem a prestar suporte ao software, bem como criar/efeturar testes e detalhar especificações de instrumentos financeiros e novas necessidades dos clientes.

  • Vinicius Gripp
    vinicius Eu obtive o título de bacharel em matemática aplicada com ênfase em computação científica em 2007. Terminei o doutorado em Matemática na Universidade da California, Berkeley. Estou trabalhando com homologias de Floer (geometria simplética/ de contato). Estou trabalhando no IMPA.

  • Pedro Maia
    pedro maia Sou uma prova que a combinação Matemática e Biologia pode abrir muitas portas. Durante minha iniciação científica com o M. Cabral eu finalmente achei serventia para toda a matemática que vinha estudando e a necessidade de aprender muito mais. Estudei Optimização, Sistemas Dinâmicos, Probabilidade e até Teoria do Nós para aplicar em Biologia Molecular. Incentivado pela minha orientadora de Mestrado S. Boatto realizei um estágio em Paris sobre Structured Population Equations (bastante utilizadas para descrever crescimento de bactérias, prions e células cancerígenas) no INRIA   com a Marie Doumic   e depois um estágio no Hausdorff Research Institute for Mathematics com o Felix Otto em Homogenization Theory (utilizado em Física-Matemática e Ciencia dos Materiais). Após defender minha dissertação nestes tópicos comecei o doutorado na University of Washington sob a orientação do Nathan Kutz em Mathematical Neuroscience, estudando como a geometria dos neurônios afeta a dinâmica da propagação dos sinais elétricos em sua membrana.

  • Ana Paula de M. C. Dias
    Entrei no curso de Matemática Aplicada na ano de 2007 ainda sem ter muita certeza do que queria fazer. A vantagem de entrar nesse curso é que podemos fazer muitas matérias eletivas de diversas áreas. Após fazer matérias da Estatística, de Computação e Engenharia de produção comecei a me interessar mais nas matérias do COPPEAD (Escola de Negócios da UFRJ). No meu último período em 2010 comecei a trabalhar na Deloitte na parte de consultoria de riscos.

    A principal vantagem que vejo em ter feito Matemática Aplicada foi que aprendi a estudar sozinha e superar dificuldades, sem falar que os conhecimentos em programação e raciocínio logico são muito valorizados no ambiente de consultoria. Atualmente, estou fazendo o Curso de Jovens Profissionais em Finanças para aprofundar os conhecimentos obtidos no curso de Matematica Aplicada.

  • Yuri Saporito
    yuri saporito Quando comecei o curso de Matemática Aplicada, eu não sabia nada das possíveis aplicações em Finanças Matemática, mas tinha certeza que a matemática necessária era realmente avançada. Foi então que decidi fazer o Mestrado também no Depto. de Matemática Aplicada, que além de ser um excelente mestrado, como aluno da aplicada, temos a oportunidade de começá-lo antes. Nesse período fui ao meu primeiro congresso na área, o Research in Options, organizado pelo Jorge Zubelli, do IMPA (junto com alguns gigantes da Math Finance), que foi muito importante para decidir o tema da minha dissertação. Escrevi minha dissertação em modelos de volatilidade orientado pelo Flavio Dickstein e coorientado pelo Milan Merkle. Outro ponto importante do mestrado foi o curso de Calculo Estocástico do Milan Merkle.

    Depois de muitos congressos e da pesquisa iniciada no Mestrado, decidi aplicar para o PhD aqui nos EUA. Fui aceito na UCSB (University of California - Santa Barbara - EUA) com a bolsa da CAPES/Fulbright, meu orientador é Jean-Pierre Fouque e com ele tenho trabalhado em fast-mean reversion stochastic volatility models. Além disso, nesse verão fiz um summer internship na Bloomberg LP sob a orientação do Bruno Dupire, que é meu coorientador no PhD, em Functional Ito Calculus e aplicações em Finanças.


  • Adriana Coutinho
    adriana-coutinho Estou trabalhando na Ágora Corretora de Títulos e Valores e Mobiliários na área de Backoffice.

  • Eduardo Jotha da Costa
    Fiz o Mestrado em Estatística pela UFRJ com Dissertação focada em apreçamento de Derivativos. Estou trabalhando como analista de apreçamento de Derivativos no The Bank of New York Mellon (BNY). Faço apreçamento de opções de futuro e renda variável onshore e offshore no BNY Mellon assim como desenvolvo modelos de precificação para novos ativos recentemente negociados no mercado brasileiro. Habilidades adquiridas na formação essenciais:
    • Modelagem computacional: aqui na Mellon eles utilizam muito VBA e SQL.
    • Probabilidade e Estatística: o conhecimento de probabilidade e processos estocáticos necessário para compreender o apreçamento de opções e futuros pelo modelo de Black and Scholes.
    • Finanças: Conhecimento do comportamento dos contratos financeiros é um pré-requisito básico para modelar o seu pagamento.

  • Thiago Freitas
    thiago-freitas Fui aprovado no vestibular da UFRJ em 2006 para engenharia química. No mesmo ano conheci o curso da matemática aplicada e pedi transferência em 2007. Durante o curso, fui aluno do PIBIC (programa de iniciação científica) no IMPA (jun/07 – jun/09) e na UFRJ (jul/09 – dez/10), com orientação do professor Marco Cabral. Também participei do programa Summer Job no Itaú Unibanco em 2009 e 2010.

    Concluí o curso com ênfase em negócios no final de 2010. Na mesma época, mudei para São Paulo para trabalhar no Itaú Unibanco na área de controle de riscos e finanças. Mais especificamente na diretoria de modelagem e pesquisa que trata de risco de crédito.

    Em 2012 comecei o Mestrado profissional em economia pela EESP-FGV financiado pelo banco Itaú.


  • Diogo Duarte
    Terminei a graduação no Fundão em dez/2008 e ingressei no Mestrado do IMPA em Métodos Matematicos em Finanças. Simultaneamente trabalhei com o Yuri e Targino no grupo de opçoes reais, que era uma parceria IMPA/PETROBRAS.

    No começo de 2010 fui trabalhar como Analista de Risco de Mercado do Banco BTG Pactual, onde fiquei até meio de junho. Em julho desse ano, defendi minha tese no IMPA e me tornei mestre. Atualmente estou cursando meu PhD em Mathematical Finance na Boston University.

  • Rafael Rodrigues
    Trabalho na Accenture (consultoria) com controle de risco. Mais precisamente faço suporte, criação, testes, especificações de instrumentos financeiros e novas necessidades dos clientes no sistema (software) de controle de risco.  
  • Rafael Poppe
    rafael-poppe Fiz Mestrado em Economia na IBMEC/RJ. Após Estagio na Quantum (empresa que disponibiliza informações sobre a indústria de fundos através de um sistema proprietário), trabalhei 2 anos e meio no banco CR2 fazendo risco e gerencial. Estou trabalhando no Itaú com risco e performance attribution de fundos.

  • Leonardo Nassif
    leonardo-nassif Fiz Mestrado em Estatística no IM-UFRJ. Trabalhei na Saga Investimentos (empresa gestora de fundos de investimento - em 2009) e estou trabalhando na SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), reponsável pelo controle e regulação de todas as seguradoras do país.

  • Carlos Eduardo Silva de Moura
    Fiz estágio: no ILOS (Logística e Supply Chain) na área de PeD e posteriormente consultoria (jul/07 a dez/08) e no Banco Modal na área de risco de jan/07 a jul/07. Trabalhei no The Bank of New Mellon (empresa de serviços financeiros e gestão de recursos) como analista de risco de mercado, depois como analista pleno. Terminei o Mestrado em métodos matemáticos em finanças no IMPA. Atualmente estou na SPX Capital.
Última atualização: 26/02/2016    

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