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Coordenador: Maria Luiza Machado Campos

Resumo: A ação é direcionada a organizações que concentram muitos deslocamentos pendulares automotivos, em uma base diária e/ou temporária, e que identifiquem a necessidade de sistematizar as caronas. Exemplos: funcionários de indústrias, de centros comerciais, de hospitais, moradores de complexos habitacionais, comunidades universitárias, eventos de médio e grande porte, entre outros). Ao longo dos seis meses letivos em que o projeto está ativo na UFRJ, 9.282 membros da comunidade acadêmica UFRJ já se registraram no aplicativo. Neste tempo, 646 motoristas ofereceram caronas e 7.527 caronas individuais foram realizadas, com uma média de aproximadamente 60 caronas diárias, beneficiando 1.872 caronistas diferentes. Esta proposta trata-se de transformar o Caronaê em um sistema de código-fonte aberto (open source), possibilitando sua replicação em outras instituições interessadas pelo Brasil e pelo mundo. A partir deste modelo, será criada uma rede conectada de contribuições ao mesmo código-fonte, sediada na UFRJ. Deste modo, cada melhoria implementada por determinada instituição, será avaliada e aplicada nos demais sistemas, garantindo que todas as instituições possam usufruir das vantagens das novas atualizações. Identifica-se a oportunidade de aprofundar análises sobre os impactos promovidos pela ação nas instituições envolvidas nas áreas de acessibilidade, mobilidade urbana, desenvolvimento mobile, economia colaborativa, comportamento de rede, comportamento de viagens e outros. Ressalta-se que já foi publicado 01 artigo no XII Encontro Nacional de Engenharia e Desenvolvimento Social (ENEDS). Da perspectiva social, as caronas reduzem o tempo gasto com locomoção, melhorando significativamente a qualidade de vida e promovem uma integração natural entre os usuários.

Links: SIGProj; Site

Coordenador: Valeria Menezes Bastos

Resumo: O Game Dev Project (GDP) é um grupo sem fins lucrativos instituído e mantido por alunos do Departamento de Ciência da Computação (DCC) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O principal objetivo do grupo é oferecer suporte acadêmico aos graduandos interessados no processo de elaboração e produção de Jogos (analógicos e digitais) e também a difusão de conhecimento para toda a comunidade, interna e externa à UFRJ, sobre todas as etapas do processo de desenvolvimento de jogos. O grupo atua na universidade desde 2007 e já conta com jogos lançados e materiais didáticos disponíveis de forma aberta e de fácil acesso pelo site (www.gamedevproject.ml). O GDP organiza durante o ano palestras e Workshops sobre assuntos diversos que se relacionam a produção de jogos. São feitos para toda a comunidade, interna e externa à universidade. A proposta principal de extensão do grupo é a produção de vídeo-aulas e apostilas didáticas cujo público-alvo são crianças e jovens moradores das comunidades. Em uma parceria com a NdC, o GDP dará também periódicas aulas nas unidades da Nave pelo Rio de Janeiro, que ficam próximas à comunidades. O objetivo do material é a produção de jogos com a ferramenta Construct2 que permite fazê-lo sem conhecimento prévio de programação e em menos de uma hora. As aulas ficarão disponíveis de maneira aberta no Youtube, site de compartilhamento de vídeo mais acessado no mundo. Embora as unidades da NdC sejam o principal alvo do projeto, todos poderão acessar, aprender e avaliar online o material.

Link: SIGProj

Coordenador: Giseli Rabello Lopes

Resumo: Este projeto tem por objetivo apoiar iniciativas associadas à coleta, tratamento e exploração de dados de tipos diversos e oriundos das mais diferentes fontes (governo, movimentos sociais, academia, entidades privadas, etc.), visando gerar informações que possam servir de base para ações transformadoras na sociedade de modo geral. Essas iniciativas incluem desenvolvimento de soluções para problemas que tenham por base o uso intensivo de dados. Nesse sentido, técnicas de inteligência artificial, banco de dados, mineração e visualização de dados podem auxiliar a extrair informações que apoiem discussões e encaminhamentos de solução para esses problemas. O projeto contempla a criação de um grupo de interesse envolvendo graduandos, pós-graduandos e docentes ligados ao Bacharelado em Ciência da Computação e ao Programa de Pós-Graduação em Informática (PPGI) da UFRJ, visando capacitação, suporte acadêmico à comunidade da UFRJ e público externo (organizações diversas, jornalistas de dados, alunos de escolas técnicas, etc.). Este grupo está alinhado com a promoção da assim chamada Data Literacy (alfabetização em dados), que procura conscientizar e formar capacidade crítica na exploração e interpretação de dados públicos e disponíveis via Web, assim como na busca de direitos de acesso a dados via Lei de Acesso à Informação.

Link: SIGProj

Coordenador: Juliana Vianna Valerio

Resumo: Este projeto objetiva apoiar iniciativas de inclusão digital em diferentes frentes. Houve em 2011 a atuação de docentes e discentes do DCC/IM em projeto associado à Feira Agroecológica da UFRJ promoveu curso de capacitação digital aos agricultores e seus filhos. Depois, durante o ano de 2013 e parte de 2014 uma oficina de robótica foi feita na escola onde o Programa Estrela Dalva é desenvolvido, ministrada por alunos da Pós-graduação em Informática da UFRJ às sextas-feiras. A aluna de responsável por essa última ação viajou para fora do país, complementar sua formação e com isso o projeto migrou para a escola Liceu Nilo Peçanha. Nessa escola, outra ex-aluna de pós-graduação do PPGI/UFRJ, que nela é professora, está desenvolvendo atividades utilizando o Facebook. Interessante notar que a motivação dos alunos para fazer atividades é de fato estimulada pela mídia social e ainda, uma vez que as atividades são realizadas no computador, o registro de quando e como as atividades são realizadas fornece dados importantes para o professor avaliar a participação e consequentemente o impacto desse tipo de ação na aprendizagem. Nesse próximo ano desejamos continuar esse projeto junto à escola Liceu e aproveitar os dados fornecidos pela tecnologia para além de incluir digitalmente também promover ações em prol de melhorar/estimular o ensino.

Link: SIGProj

Coordenador: Valeria Menezes Bastos

Resumo: Este programa visa à criação de dois sub-projetos: o Museu da Computação e o Museu Virtual da Computação da UFRJ. O Museu da Computação terá sede na UFRJ, em espaço cedido pelo INCE, junto ao Museu da Geodiversidade, no CCMN. Neste ambiente, os indivíduos vão poder interagir com as informações contidas nas exposições programadas. O projeto tem por iniciativa a criação de um espaço físico de apoio à educação formal, servindo como mecanismos de investigação, organização, disseminação e preservação de conhecimento sobre a história da computação, especialmente aquela referente à sua evolução no Brasil. Não há iniciativa similar em nossa cidade e estado, apesar do papel importante que o Rio de Janeiro teve na história da computação no Brasil, sediando diversas instituições acadêmicas e empresas precursoras no avanço da tecnologia da informação e da comunicação em nosso país. Este projeto visa criar um centro agregador e fomentador da preservação da história da computação em nível nacional, possibilitando intercâmbio e fomento com outras iniciativas similares no país. A experimentação dinâmica proposta pelo Museus Virtual de Computação implica em um estímulo para a compreensão dos princípios de diversas ciências. Os visitantes de museus virtuais obtêm respostas, exercitando o raciocínio lógico, sua capacidade de observação e crítica. Ou seja, uma nova maneira de interagir com as obras através das tecnologias (Silva, 2003), não sendo o usuário apenas um expectador, mas um descobridor (de novos conhecimentos), gerador e contextualizador de conhecimentos, além de responsável pelo próprio museu.

Link: SIGProj

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